|
As Relações, fonte de crescimento e evolução espiritualEste curso introdutório ao complexo mundo das relações, tem por objectivo essencial, a tomada de consciência de comportamentos e reacções que “adornam” o nosso quotidiano. Após tomar consciência da forma reactiva dos nossos “pensamentos, palavras e actos” aprenderemos como libertar-nos dos programas que despoletam essas situações. Veremos, como meios sofisticados estão - estiveram sempre – à nossa disposição com o fim de nos conhecermos melhor e evoluir para relações mais satisfatórias. Poderemos então compreender a causa de zangas, ressentimentos, maus relacionamentos, feridas e traumas, que eventualmente, aconteceram nas nossas vidas de maneira mais ou menos recorrente. Após este dia, constituído por mais de 2/3 de trabalho prático, teremos à nossa disposição as técnicas e os meios que permitirão relações mais equilibradas e satisfatórias. Se, no nosso dia a dia, utilizarmos o que aprendemos, ao cabo de alguns meses poderemos ir mais longe e abordar nos cursos seguintes, as relações com: - Os nossos pais, filhos e outros familiares, - Criança interior, - Cônjuges, namorados(as), - Trabalho e negócios. A Nossa Relação Connosco é Padrão e Modelo de Todas as Nossa RelaçõesO padrão das nossas relações é definido e controlado pelos diversos programas contidos no nosso Bio-Computador. (Ego) Desses programas, os que mais influência tem, são:- O Genético, - A Relação entre os pais, - O Comportamento dos Pais, - Outros familiares, - Professores, - O Meio sócio cultural, - Outros eventuais. Funcionam quase sempre, fora do controlo da nossa consciência. O Bio-Computador funciona em autogestão. Pelas suas características e salvo raras excepções, o ser humano não está particularmente bem adaptado à vida em solitário. No entanto, há hoje nos países da Europa, mais de 20 milhões de mulheres e homens entre os 20 e os 40 anos a viver sós, e esse número não pára de aumentar. Verifica-se fenómeno semelhante nos EUA e outros países industrializados. Estaremos a assistir a uma transformação neste aspecto de comportamento do Ser Humano? Ou esta situação traduz antes o mal-estar interior proveniente de programas herdados ou adquiridos na infância, os quais geraram um padrão de relação muitas vezes baseado em sentimentos de culpa, depreciação e rejeição de si mesmo? Podemos pensar que tal é o caso, pois estas pessoas sentem-se infelizes e tentam colmatar o seu isolamento das maneiras mais diversas: procura do parceiro(a) ideal para se aperceberem logo após os primeiros dias de euforia ou meses de esperança que não é bem esse(a), a companhia de um animal que se abandona às primeiras férias ou contrariedade, a procura do sistema milagre que resolva o problema, o tabaco, álcool, droga etc. Parece que nada resulta. Todas essas relações frustradas traduzem o mal-estar interior que se reflecte na vivência diária dessas pessoas. O facto das causas profundas do mal-estar serem inconscientes, não permite perceber o que está a provocar tanto sofrimento. A ajuda do psicólogo, poderá melhorar substancialmente a situação, mas só em raros casos a resolve definitivamente. O DEFEITO É SEMPRE DO OUTRO?Quando o outro não faz..É preguiçoso. Quando tu não fazes...Estás muito ocupado. Quando o outro fala...É intrigante. Quando tu falas...É crítica construtiva. Quando o outro se decide a favor de um ponto...é "cabeça dura". Quando tu o fazes...Estás a ser firme. Quando o outro não cumprimenta, é mal educado. Quando tu passas sem cumprimentar...É apenas distracção. Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta. Quando tu falas...É porque precisas desabafar. Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção. Quando tu ages assim...É por gentileza.
|